Alta complexidade em rede

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Alta complexidade em rede

1ª edição - 21/01/2020

O Americas Serviços Médicos estende pelos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Distrito Federal uma rede de hospitais de alta complexidade que multiplicam por esses territórios estruturas, serviços e abordagens diferenciadas e inovadoras nas mais diversas áreas da medicina. Base de atuação para o time de profissionais de múltiplas especialidades que atuam junto ao nosso Grupo, os hospitais dessa rede atingiram padrões de excelência e colecionam realizações que os colocam no seleto grupo de instituições de primeira linha do país.

Confira, a seguir, alguns destaques dessa rede no Nordeste, Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo.

 

Nordeste

Trio que faz a diferença

No Nordeste, os hospitais do Americas Serviços Médicos – Monte Klinikum, em Fortaleza; Promater, em Natal; e Santa Joana Recife – são sinônimos de alta complexidade. Tidos pelas populações locais como referências em atendimentos de excelência, são hospitais terciários, equipados com tecnologias de ponta e base de atuação de equipes médicas renomadas, o que permite a realização de serviços diagnósticos e terapêuticos diferenciados, alguns exclusivos em suas regiões.

O cearense Monte Klinikum, um hospital geral de alto padrão com 100 leitos e preparado para atendimentos de alta e média complexidade, reuniu recentemente o melhor time de pediatras de Fortaleza para oferecer à cidade o mais complexo serviço pediátrico da região.

Já Santa Joana Recife se tornou uma referência em cirurgia, recebendo inclusive pacientes encaminhados por outros hospitais do Americas no Nordeste. “Realizamos uma média de 700 procedimentos por mês”, contabiliza o Dr. Gilberto Pagnossin, gerente médico do hospital. Além de abranger todas as especialidades cirúrgicas, a unidade pernambucana se destaca em robótica, realizando uma média mensal de 25 procedimentos do tipo, incluindo cirurgias gerais, urológicas e bariátricas. Vale lembrar que no Santa Joana Recife funciona o Centro de Obesidade e Diabetes, o primeiro e único polo regional de referência para o tratamento da obesidade e de distúrbios metabólicos.

Em atividade desde 1997, o Hospital Geral e Maternidade Promater entrou há quatro anos para a rede Americas. Desde então, vem expandindo seu raio de ação e ganhando proeminência em novas áreas de atuação. Hoje, já é reconhecido como um polo para o atendimento de pacientes politraumatizados. “Também somos uma referência no atendimento de pacientes estrangeiros”, afirma o Dr. Jean Valber, gerente médico da Instituição. “Em Natal, o turismo ocupa uma posição importante na vida econômica da cidade, e a presença de turistas de outros países é considerável”, explica ele.  

  

Distrito Federal

Efetividade cirúrgica

Em Brasília, a alta complexidade combinada com efetividade tem endereço certo: o Hospital Alvorada Brasília, instituição certificada pela Organização Nacional da Acreditação (ONA), desde 2017.

“Com 96 leitos, 75% da movimentação e faturamento da nossa Instituição vêm dos procedimentos cirúrgicos. Desse montante, 90% são cirurgias eletivas”, detalha o Dr. Marcello Caio de Souza Reis, diretor-executivo do Hospital. “E, enquanto o nível de gravidade das doenças tratadas nas UTI das outras instituições monitoradas pelo Sistema Epimed é de 41,4 (Gravidade SAPs 3), o do Alvorada é de 42,6”, ele acrescenta.

Com seis salas cirúrgicas, o Alvorada é dono de outra marca impressionante: a realização de uma média 800 procedimentos cirúrgicos por mês. Seu coeficiente de produtividade e eficiência foi dinamizado há poucos meses com a inauguração de uma área reservada a Day Clinic. “Com essa medida, conseguimos retirar a baixa complexidade do nosso Centro Cirúrgico e garantir aos nossos pacientes um processo de alta mais acelerado”, destaca o Dr. Marcello.

 

Rio de Janeiro

Cardiologia inovadora

Pró-Cardíaco, Samaritano – Botafogo, Samaritano – Barra da Tijuca, Vitória –  Barra...  A rede carioca de hospitais gerais do Americas Serviços Médicos é reconhecida pela excelência de sua equipe médica e pela moderna estrutura que a capacita ao atendimento de alta complexidade nas mais diversas especialidades. Todavia, quando se lança luz para o setor de cardiologia, cabe bem um superlativo: uma rede de altíssima complexidade.

Em atividade na cidade desde 1959, o Pró-Cardíaco – um hospital com 113 leitos de internação, Unidade de Emergência 24 horas com 16 leitos e Unidade de Terapia Intensiva com 43 leitos – é uma das joias dessa coroa da alta especialização. Prova disso é o seu reconhecimento como um dos mais importantes e sofisticados centro de transplantes cardíacos do Estado do Rio de Janeiro.

“Em sete anos, dos 17 transplantes realizados no Pró-Cardíaco, três foram transplantes duplos de coração e rim. O último ocorreu em junho deste ano”, conta a Dra. Ana Karinina Sá, coordenadora dos serviços de transplantes da Instituição. Para chamar a atenção para a infraestrutura e capacidade de atendimento dos casos cardiológicos mais graves, ela lembra que metade desses pacientes transplantados contou com suporte mecânico circulatório (“coração artificial”).

Mas no rol das realizações cardiológicas da rede carioca cabem outros exemplos. Ainda no Pró-Cardíaco, ocorreu recentemente pela primeira vez no Estado do Rio de Janeiro a utilização de um coração criado a partir de tecnologia de impressão 3D para o planejamento de uma cirurgia.

O Samaritano – Botafogo, por sua vez, se tornou o primeiro e único hospital da América Latina a conquistar quatro selos concedidos pela Surgical Review Corporation – SRC (Leia matéria nesta edição).

 

São Paulo

Trabalhando juntos contra o tempo

Os hospitais da rede paulista do Americas, a maior do Grupo, contam com eficientes estruturas dedicadas ao enfrentamento de duas doenças tempo-sensíveis, listadas entre as principais causas de morte cardiovasculares em todo o mundo: o infarto agudo do miocárdio (IAM) e o acidente vascular cerebral (AVC).

Considerando que a agilidade do diagnóstico e do tratamento é essencial para a sobrevida dos pacientes e para a garantia da melhor recuperação após incidentes, os hospitais paulistas trabalham em rede para que todos, independentemente da porta de entrada nessa rede, contem com a intervenção terapêutica correta no menor tempo possível.

“Todas as unidades, sejam terciárias ou secundárias, estão preparadas para receber pacientes em crises cardiovasculares e iniciar rapidamente o primeiro atendimento a partir de rigorosos protocolos médicos”, afirma o Dr. Valter Furlan, diretor regional Americas. “Via telemedicina, equipes de cardiologistas e de neurologistas à disposição 24 horas no Samaritano Paulista dão suporte às equipes dos demais hospitais da rede paulista e alguns do Rio de Janeiro, participando das discussões de casos e da tomada de decisões”, acrescenta ele.

No caso do AVC, é fundamental que os médicos saibam com precisão se estão lindando com um acidente vascular do tipo isquêmico (90% dos casos) ou hemorrágico (10%), pois cada um demanda tratamento específico (trombolíticos para o primeiro caso e intervenção cirúrgica ou tratamento clínico direcionado ao controle da pressão arterial para o segundo). O tempo médio recomendado para o diagnóstico do AVC é de 45 minutos. Na rede Americas paulista, esse tempo é de apenas 30 minutos.

Menos tempo para o diagnóstico ajuda acelerar o início do tratamento. No caso do AVC isquêmico, a rede atende a recomendação de que o tempo porta-agulha (intervalo entre a chegada do paciente no Pronto Atendimento até a administração da terapia trombolítica endovenosa) seja de até 60 minutos.

Já em relação ao infarto, os pacientes que chegam aos hospitais de alta complexidade do Grupo (Samaritano – Higienópolis, Samaritano – Paulista, Metropolitano, Alvorada, Carlos Chagas e Paulistano) contam com modernas e completas estruturas de hemodinâmica para o tratamento ótimo da doença: a angioplastia coronária via cateterismo com implantação de stent.

A quase totalidade dos casos de obstrução das vias coronárias também pode ser resolvida pela via medicamentosa (fibrinolíticos). A pequena parcela de pacientes que precisa contar com estruturas hospitalares mais complexas e está nos aparelhos secundários da rede paulista é prontamente transferida para os hospitais terciários do Americas por meio do acionamento do Código Vermelho.

Em relação às angioplastias, a rede paulista atende aos parâmetros estabelecidos pela American Heart Association, com tempo porta-balão (intervalo entre a chegada do paciente com diagnóstico de infarto no Pronto Atendimento até a angioplastia) menor que 90 minutos.

Segundo o Dr. Furlan, com essas estruturas em funcionamento, o Americas Serviços Médicos de São Paulo conseguiu reduzir a taxa de mortalidade cardiovascular de 8% para 4%.

Logo do Americas Serviços Médicos.
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