Covid Iniciativas Processos

Hospitais Americas no combate à COVID-19

3ª edição - 05/07/2020

Competência, planejamento, organização e tranquilidade

É com esses elementos que os hospitais da rede Americas enfrentam a pandemia da Covid-19

Em linha com as diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Saúde, Organização Mundial da Saúde (OMS), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC), o Americas Serviços Médicos colocou em prática um plano emergencial para enfrentar a pandemia da Covid-19, uma das maiores crises planetárias da nossa histórica recente. Trata-se de uma estratégia multissetorial integrada, visando à máxima qualidade e segurança dos pacientes, colaboradores e sociedade brasileira como um todo.

“Ao monitorar o problema desde a eclosão das infecções na China, pudemos nos planejar de forma antecipada e organizada”, afirma Virgínia Paraizo, diretora de Práticas Assistenciais. “Estamos, sim, diante de uma situação muito grave. Mas estamos encarando tudo com muito otimismo, porque temos capacidade de dar respostas efetivas aos desafios que estão sendo colocados diante de nós. Formado por 18 hospitais, o Americas é composto por muitos recursos técnicos e humanos, o que nos permite funcionar também como uma rede de troca de expertises e de soluções”, destaca o Dr. Fernando Colombari, diretor de Práticas Médicas.

O mosaico de iniciativas da instituição incluiu:

  • Criação de um grupo de crise integrado pela alta liderança da organização.
  • Instituição de um comitê técnico multiprofissional encarregado de internalizar e alinhar as condutas e os direcionamentos das entidades médicas e científicas nacionais e internacionais.
  • Elaboração de cartilhas e materiais técnicos.
  • Treinamento e realocação de equipes.
  • Estabelecimento de modelos e fluxos de atendimento dos pacientes (leia abaixo Isolamento por coortes hospitalares).
  • Definição de planos emergenciais de compra de equipamentos, materiais e insumos, inclusive com credenciamento de novos fornecedores internacionais.
  • Recálculo e reabastecimento dos estoques conforme a demanda atual e projetada.

Todas as manhãs, o grupo de crise se reúne para discutir o quadro geral da pandemia, avaliar impactos em cada ponto da rede e rediscutir os planos de emergência baseado nos boletins diários contendo os dados epidemiológicos de cada instituição. “Estamos seguindo um plano organizado de expansão de leitos pautado em disponibilidade de recursos humanos e materiais”, informa Virgínia. “Periodicamente os coordenadores de UTIs se reúnem em teleconferência para compartilhar as taxas de ocupação, discutir casos e níveis de gravidade e avaliar a demanda de recursos necessários”, detalha o Dr. Colombari.

Paralelamente, o grupo de crise prossegue o rígido controle para identificação de colaboradores infectados pelo vírus. Eles são prontamente afastados e recebem toda assistência médica necessária.

“Com capacidade técnica, recursos adequados, organização e tranquilidade, estamos fazendo tudo o que é preciso para sairmos dessa crise”, resume Virgínia.

 

Isolamento por coortes hospitalares

Para o atendimento dos pacientes com suspeita de infecção pela Covid-19 ou casos confirmados, o Americas adotou o modelo de isolamento por coorte em suas unidades hospitalares. Além de espaços totalmente isolados e equipes exclusivamente dedicadas à doença nas unidades de pronto atendimento, internação e tratamento intensivo dos hospitais. Tudo isso visando o melhor controle ambiental e o uso otimizado dos espaços, recursos (ventiladores mecânicos, por exemplo) e equipamentos de proteção individual (EPIs).

Nas cidades com maior número de infectados, como São Paulo e Rio de Janeiro, foram instituídos os Covid Centers, hospitais designados para concentrar o maior número de pacientes, especialmente os mais graves. Seguindo o plano escalonado de expansão de leitos, os dois primeiros são o Samaritano – Paulista e o Americas Medical City, na capital paulista e na fluminense, respectivamente.

A opção pelo modelo de coortes, que foi adotado nos centros médicos de diversos países, se confirma como a melhor escolha. Além de otimizar a relação EPIs/pacientes atendidos, permite o uso de estratégias de ventilação não invasiva, que geram aerossol e, portanto, exigem ambientes isolados.  Somam-se ainda à melhor distribuição e controle dos recursos (máquinas e insumos) proporcionados pelo modelo, o eficiente gerenciamento de informações e competências dos profissionais alocados. 

Nas áreas isoladas, o uso de EPIs é obrigatório, incluindo as máscaras N95 e todas as precauções específicas para cada tipo de procedimento, padronizadas pelas equipes de controle de infecção corporativa e das próprias unidades hospitalares, visando a proteção dos profissionais e dos pacientes.

Outro trunfo importante desse modelo diz respeito à gestão dos recursos e o ganho de experiência das equipes de forma mais rápida com a doença. Acreditamos que haja consumo racional de EPIs, uso de estratégias de ventilação e outros tratamentos avançados que demandam expertise e redução do índice de contaminação dos profissionais, fator decisivo para diminuir o número de colaboradores afastados e aumentar a percepção de segurança dos times. O isolamento por coortes também contribui para a geração e multiplicação de conhecimentos entre as equipes que ficam concentradas no atendimento de uma única doença. Isso se reverte em uma assistência mais efetiva, que acelera as altas e impacta positivamente os custos.

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