Dia do Obstetra

Dia do obstetra

Data em homenagem a esses profissionais que acompanham o processo gestacional do pré-natal ao pós-parto é celebrada em 12 de abril.

Obstetras têm a responsabilidade e o privilégio de ajudar a trazer novas vidas ao mundo. Para isso, dedicam-se ao acompanhamento das gestantes durante o pré-natal e à realização do parto, muitas vezes deixando de estar com suas famílias para atender as pacientes. A palavra obstetra vem do latim “obstare”, que significa “ficar ao lado”. É exatamente isso que fazem esses profissionais tão importantes na vida das gestantes e dos bebês. Tão nobre missão merece uma data especial em sua homenagem: é o 12 de abril, Dia do Obstetra.

Além das competências médicas, esses profissionais precisam de outras habilidades para lidar com as expectativas e preocupações da família ao longo da gravidez e do parto. “O obstetra precisa ser atencioso, cuidadoso, respeitoso e saber lidar bem com urgências e pressões psicológicas”, afirma o Dr. Antonio Paulo Stockler, coordenador da Emergência Obstétrica do Hospital e Maternidade Santa Lúcia, do Rio de Janeiro. Por outro lado, o nascimento de um bebê é um momento especial para a família do qual os obstetras participam.

“O nascimento é sempre emocionante e intrigante. Entre outros, esses foram fatores que contribuíram para que eu me encantasse pela obstetrícia”, conta o Dr. Edilberto Rocha, coordenador da Maternidade Santa Joana Recife (PE).

O encanto pela missão especial da profissão também conquistou a ginecologista e obstetra Dra. Claudia Pacheco de Angelo Farah, responsável pela especialidade no Hospital Metropolitano (São Paulo/SP). “Sempre quis ser médica, independentemente da especialidade. Comecei a residência focando em ginecologia, depois obstetrícia e finalmente tornei-me especialista em reprodução humana”, afirma ela. 

Novos recursos e mudança cultural

A evolução da medicina, as novas abordagens médicas e mudanças culturais vêm transformando o cenário do antigo dilema parto normal x cesárea. Embora as cesarianas ainda sejam maioria, nos últimos anos o parto vaginal tem crescido na preferência das mães. “É uma boa notícia, pois o parto vaginal é mais seguro, reduz o risco de complicações e, atualmente, tem um bom controle da dor graças às técnicas de analgesia, seja com medicamentos, seja com recursos como bola suíça e banheira, entre outros”, diz o Dr. Edilberto.

A cesárea também se tornou mais segura com a inclusão de condutas preventivas de infecção e hemorragia, evolução das técnicas cirúrgicas e novos analgésicos e anestésicos.

Para quebrar o paradigma da preferência pela cesárea, campanhas de conscientização foram realizadas nos últimos anos. Geraram bons resultados, mas, na visão da Dra. Claudia, a abordagem da mídia, às vezes incorreta, gerou o extremismo para o lado oposto. “Houve uma fase em que algumas gestantes insistiam no parto natural a qualquer custo, ainda que não fosse seguro e causasse sofrimento para o bebê. Com muito esclarecimento e atenção, conseguimos ver hoje uma mudança cultural mais equilibrada”, afirma ela.

Segundo o Dr. Antonio Paulo, a escolha por um ou outro método deve considerar, em primeira instância, as condições de saúde da mulher. “As indicações absolutas para cesariana são o herpes genital ativo, a desproporção cefalopélvica absoluta e a placenta prévia total. Mas essa também pode ser a via mais segura em outras situações. É fundamental que a decisão sobre o tipo de parto seja sempre tomada pela paciente em conjunto com seu médico”, afirma ele.

Melhor experiência

Outro avanço é parto humanizado, que busca uma abordagem mais humana e acolhedora do processo de parto, com respeito às decisões e preferências da gestante, sempre avaliando a segurança de mãe e bebê. Isso envolve uma relação médico-paciente mais próxima, pautada por respeito, zelo e empatia.

As maternidades também têm investido em iniciativas de acolhimento e humanização voltadas não apenas à gestante, mas a toda a família. No Santa Joana, por exemplo, há transmissão de imagens do bebê ainda na sala de parto para os apartamentos.

Já na maternidade do Hospital Metropolitano, outra unidade da rede Americas, uma novidade recente foi a implantação de um visor de plasma na sala de parto que muda de fosco para transparente, permitindo aos pais e familiares acompanharem a chegada do bebê de uma sala ao lado. “A humanização precisa estar presente no cuidado com a gestante desde o início, por meio de acolhimento e muita informação, pois elas têm inúmeras dúvidas”, avalia a Dra. Claudia.

“Ações de acolhimento e humanização contribuem para tornar ainda mais especial um momento tão emocionante e para que gestante e familiares tenham uma boa experiência na instituição. Cria-se um laço de confiança que pode perdurar por muitos anos. Muitas mães e pais seguem cuidando dos filhos e de si próprios no hospital por toda a vida”, relata o Dr. Edilberto.

Saiba mais sobre as maternidades do Santa Lúcia, Santa Joana e Metropolitano

Hospital e Maternidade Santa Lucia

  • Equipe médica obstétrica especializada em baixo e alto risco materno e fetal
  • Plantonistas 24 horas habilitados para realização de ultrassonografia e parto vaginal ou cesárea
  • Anestesistas 24 horas por dia
  • Centro de Terapia Intensiva Neonatal com equipe multidisciplinar especializada
  • Duas salas de pré-parto equipadas com aparelhos para monitorização fetal (cardiotocografias), chuveiros, banquetas e bolas suíças
  • Espaço Família, ambiente reservado para os familiares aguardarem a chegada do bebê

Hospital e Maternidade Santa Joana Recife

  • Oito leitos PPP (Pré, Parto e Pós) com equipamentos para parto humanizado
  • Salas cirúrgicas preparadas para emergências
  • Centro Obstétrico (salas cirúrgicas e PPP) decorados com painéis temáticos e som ambiente para melhor experiência
  • UTI Neonatal para alta complexidade, referência em Pernambuco
  • Equipe de plantão 24horas formada por obstetra, anestesista e neonatologista
  • Transmissão por canal interno do bebê ainda na sala de parto para os apartamentos

Hospital Metropolitano

  • Três salas cirúrgicas de parto e sala PPP para parto normal
  • 10 leitos de UTI Neonatal e 13 na UTI da Maternidade
  • Equipe médica especializada e pré-natal para gestação de alto risco
  • Equipe multidisciplinar composta por obstetras, neonatologistas, nutricionistas, especialistas em medicina fetal, etc.
  • Enfermeira especializada em amamentação para ajudar e orientar as mães   
  • Cuidado humanizado, com curso de gestantes e recursos como visores de plasma para os familiares conhecerem o bebê logo no nascimento
  • Pré-internação online para os partos agendados pelos médicos, agilizando o processo de internação

Maternidades na rede Americas

Confira quais são os hospitais da rede Américas que têm maternidade.

 

Rio de Janeiro

Hospital e Maternidade Santa Lúcia

Recife
Hospital e Maternidade Santa Joana Recife

Natal
Hospital  Promater

São Paulo
Hospital Metropolitano
Hospital Alvorada Moema
Hospital Vitória Anália Franco

Campinas
Hospital e Maternidade Madre Theodora

 

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