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Madre Theodora e Santa Lucia agora são ONA 3

Os dois hospitais conquistaram o mais alto da certificação concedida pela Organização Nacional de Acreditação. O selo atesta a excelência em gestão das instituições.

Os hospitais Madre Theodora, de Campinas (SP), e Santa Lúcia, do Rio de Janeiro (RJ), foram reconhecidos pelos auditores da Organização Nacional de Acreditação como instituições ONA 3, o nível mais alto da importante da metodologia brasileira de avaliação e certificação da segurança e qualidade dos serviços de saúde do país. Hospitais ONA 3 destacam-se pela excelência em gestão e por uma madura cultura organizacional baseada na melhoria contínua.

De acordo com o Dr. Átila Vendite, gerente médico do Madre Theodora, a obtenção da certificação foi resultado de um gradativo processo de melhorias, associado principalmente às mudanças implantadas para o enfrentamento da pandemia de COVID-19. “A partir de um novo mapeamento de estruturas, processos e fluxos de atendimento e indicadores de performance, implantamos melhorias que nos permitiram atingir um grau de maturidade para buscar o nível máximo da acreditação”, afirma. Como exemplo, ele cita a adoção do cateter nasal de alto fluxo para pacientes com COVID-19 internados na UTI, que reduziu em 50% o índice de intubação desses pacientes. 

O salto de ONA 2 para 3 do Santa Lúcia também foi muito comemorado. “É a consagração dos esforços das equipes em termos de parametrização dos nossos processos de melhoria contínua nos diversos ciclos assistenciais e administrativos”, ressalta a Dra. Mônica Maria Vianna de Barros Rocha, diretora-executiva do hospital. “Para nossos pacientes, é mais uma garantia de que estamos fortemente comprometidos com a busca dos melhores desfechos clínicos. Quanto mais perto da excelência e mais madura a nossa cultura de qualidade e segurança, mais próximos estaremos dos melhores desfechos”, acrescenta ela. 

De acordo com os dois gestores, a conquista do selo é um referencial positivo também para as fontes pagadoras, uma vez que esse foco em qualidade e segurança indica que os hospitais cumprem e monitoram processos para evitar, mitigar e reduzir o risco de complicações relacionadas à assistência e aos diversos procedimentos e intervenções a que o paciente é submetido ao longo da permanência hospitalar.

“O resultado prático é a redução de eventos adversos relacionados à internação, das infecções hospitalares e do tempo de permanência no hospital”, explica a Dra. Mônica. “Isso significa que as fontes pagadoras podem ter um hospital de referência em suas redes credenciadas, com a garantia de qualidade e segurança nos processos assistenciais e foco em devolver o paciente para a sociedade e para a família em condições melhores e com mais qualidade de vida do que entrou”, finaliza o Dr. Átila.

 

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