Medicina Nuclear

Medicina Nuclear: diagnósticos de alta precisão no Samaritano Paulista

Inaugurada recentemente, a área é uma importante aliada da chamada medicina de precisão.

Medicina Nuclear é a mais nova área do Hospital Samaritano Paulista. Inaugurada em junho, ela realiza exames de imagem que utilizam materiais radioativos com toda a segurança e avançada tecnologia, permitindo diagnósticos precisos para a detecção e acompanhamento de uma série de doenças. São recursos alinhados com a chamada medicina de precisão, que contempla abordagens médicas individualizadas e mais assertivas. Tudo isso se traduz em tratamentos mais eficientes e seguros, além de evitar terapias indicadas por diagnósticos equivocados.

Instalada em espaço de 300 m2, a Medicina Nuclear do Samaritano Paulista conta com profissionais especializados e experientes e um equipamento de cintilografia de última geração: o gama-câmara da Siemens. “A tecnologia de ponta do aparelho permite realizar a cintilografia com menor exposição à radiação e reduz em 40% o tempo do exame, um conforto para o paciente”, informa o médico nuclear e radiologista Dr. Guilherme Rossi, responsável pela Medicina Nuclear do Samaritano Paulista.

Benefícios importantes

A cintilografia é extremamente eficiente no diagnóstico devido à capacidade de revelar com exatidão detalhes dos órgãos e estruturas do organismo, fazendo uma importante diferença na abordagem terapêutica. “Cerca de 40% das condutas médicas são alteradas após a realização desse exame”, afirma o Dr. Guilherme.

A precisão também evita que procedimentos invasivos desnecessários sejam realizados por causa de diagnósticos incorretos, reduzindo complicações para os pacientes e desperdícios para o sistema de saúde. Além disso, o exame pode ajudar a prevenir ocorrências graves, como um infarto do miocárdio causado por obstrução de veias.

A cintilografia pode ser aplicada a exames cardíacos (para diagnóstico e acompanhamento do tratamento), neurológicos (para identificação de demências, Mal de Parkinson e outros), avaliação da função renal, avaliação pulmonar, da tireoide e da próstata, além de cintilografia óssea ortopédica e oncológica.

Além dos recursos humanos e tecnológicos, outro diferencial da Medicina Nuclear do Samaritano Paulista é o fato de ser um espaço exclusivo, mas instalado dentro de um hospital. Essa estrutura contribui para a segurança de procedimentos específicos nos exames, como o uso de medicamento para causar estresse no coração em pacientes que não podem fazer o teste da esteira, mas precisam avaliar seu desempenho nessa condição.

O setor faz atualmente cerca de 200 exames por mês, mas pode dobrar essa capacidade com extensão do atendimento ao período noturno e aos finais de semana, disponibilizando mais opções de agendamento para atender às necessidades dos pacientes.

Tratamento: a nova frente em 2021

A Medicina Nuclear do Samaritano Paulista será ampliada em breve, oferecendo, já no início de 2021, também abordagem terapêutica. “Iniciaremos com tratamento do câncer de tireoide por iodoterapia, um recurso complementar à radioterapia que tem garantido alto índice de sucesso, e outros poderão ser incorporados gradativamente” adianta o Dr. Guilherme.

 

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