Dia da Mulher

As muitas mulheres em cada mulher

Nossa campanha do Dia Internacional da Mulher celebra o empoderamento das mulheres nos mais diversos setores e nos seus vários papéis. Famosas ou anônimas, elas são mestras em superar obstáculos, quebrar paradigmas e construir um mundo melhor e mais igualitário.

O UnitedHealth Group Brasil (UHG Brasil), grupo ao qual o Americas Serviços Médicos pertence, preparou uma campanha para homenagear as mulheres no Dia Internacional da Mulher (8 de março), data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) para celebrar a luta histórica das mulheres pela igualdade de gênero e equiparação de direitos. Atualmente, a efeméride também simboliza o repúdio e a denúncia contra o machismo e a violência.

A peça-chave da campanha da empresa é uma bonita animação legendada que correlaciona o legado de mulheres imortalizadas pela história e daquelas que hoje “fazem parte da nossa história de todos os dias”. O vídeo, disponibilizado nas redes sociais, também reserva um espaço para uma delicada homenagem a elas em tempos de COVID-19, destacando que daqui a alguns anos “veremos que uma das maiores crises sanitárias da nossa história foi combatida predominantemente por mulheres.”* Nada mais coerente para uma companhia que valoriza a diversidade e conta com expressiva presença feminina nos seus postos de trabalho. Na enfermagem, por exemplo, elas representam 85% do efetivo. No batalhão feminino do Americas também estão mulheres que se destacam pela capacidade de liderança, ocupando novos espaços e transformando um mercado que ainda é majoritariamente masculino quando se refere à distribuição das posições de liderança entre os gêneros. 

Fazendo acontecer

Como diretora de Capital Humano do Americas Serviços Médicos/Amil, Andrea Norfini ocupa uma posição privilegiada para contribuir com essa transformação. Administradora de empresas com mais de dez anos de atuação no mercado de saúde, ela lembra que o compromisso de ajudar outras mulheres a construírem carreiras sólidas e em equilíbrio com as outras dimensões da vida nasceu de sua própria experiência, a partir de um fato marcante ocorrido em sua segunda gravidez, quando já desempenhava um papel de liderança em outra empresa.

“Quando contei que estava grávida para o meu gestor, senti seu desconforto. Você se depara com o preconceito em relação à mulher grávida – aquela que precisa se ausentar por algum tempo para cuidar da família. Esse momento foi determinante na minha carreira. Entendi ali o que acontece no mercado de trabalho com as mulheres, que precisam sempre se organizar para conciliar tantas atividades no dia a dia. Esse foi o ponto da minha vida profissional em que também decidi que iria continuar perseguindo os meus sonhos e ambições, apoiando sempre outras mulheres”, conta Andrea.

Na prática, isso se traduziu no plano de trabalhar incansavelmente para reduzir condições que transformam as diferenças em desigualdades para as mulheres e outros grupos minoritários. Nessa jornada, ela reconhece que teve a sorte de contar com outras mulheres líderes – e também líderes homens – que a estimularam a seguir sempre adiante. “E não posso esquecer o apoio que tive dentro de casa, do meu marido e dos meus dois filhos, que hoje já são adultos”, detalha Andrea. Atualmente, ela trabalha como voluntária do programa de mentoria para mulheres da UHG Brasil focado na evolução da carreira das profissionais. Hoje essa é a principal iniciativa em curso focada no desenvolvimento profissional de mulheres que atuam no grupo.

Carreira de sucesso

Quando se fala de empoderamento feminino no mercado de trabalho, a carreira da Dra. Lais Perazo, diretora médica do Americas, também é exemplar. Seguindo à risca a orientação do pai, sargento do exército que sempre teve na mente o objetivo de criar as filhas para que fossem independentes, ela fez da medicina o campo de realização desse plano.

Mineira de Juiz de Fora e diplomada pela Universidade de Brasília (UnB) em 1989, ela fez residência em clínica médica no Hospital Miguel Couto, do Rio de Janeiro. Logo iniciou uma trajetória meteórica ao enveredar e se habilitar no segmento administrativo da saúde.

Dois anos depois de ser contratada como analista de credenciamento pela Golden Gross, foi alçada à gerência técnica. “Na sequência, tornei-me consultora de saúde suplementar, setor que praticamente vi nascer e se estruturar ao longo dos meus 15 anos de atividade nessa posição, boa parte na consultoria Towers Perrin, atualmente Willis Towers Watson”, relata a Dra. Lais. Nesse período, prestou serviços para praticamente todas as companhias nacionais e internacionais do setor em atividade no país. Em 2012, foi convidada para tornar-se sócia da Towers, mas preferiu aceitar outro convite: ser diretora de atendimento a clientes da Amil. Antes do posto atual, foi diretora técnica de Relações Institucionais do UHG.

Nessa jornada, fez questão de nunca “deixar de ser médica”, estando sempre com os pacientes. Como? Participando de um projeto social na Favela da Rocinha, prestando assistência à comunidade.  “Manter-me conectada com os pacientes foi muito definidor da minha forma de atuar hoje. No Americas, estou sempre na ponta, perto de quem está atendendo”, explica. “Esse contato mais estreito com o paciente me conecta com o real significado de tudo que eu faço”, completa ela.

Assim como Andrea, a Dra. Lais olha com satisfação o empoderamento das mulheres da nova geração e se sente satisfeita por ter contribuído com essa nova realidade. “A nossa geração nem percebia que tinha de se empenhar muito para chegar onde queria. Eu estudei, tive filhos, trabalhava e viajava muito. Só entre 1993 e 1996, tive dois filhos e fiz duas pós-graduações”, afirma a Dra. Lais.

Ambas também concordam que ainda falta muito para transformar e dão algumas dicas para as novas gerações. Andrea, por exemplo, aponta a ansiedade da mulher para equilibrar seus vários papéis como um dos desafios a ser enfrentado. “Você não é uma mãe ruim se precisar trabalhar até mais tarde e não é uma profissional pior se tiver de levar seu filho ao médico. Ninguém pode fazer e ser tudo ao mesmo tempo”, exemplifica.

A Dra. Lais, por sua vez, faz um convite não só para as mulheres, mas para todos os interessados em fazer o mundo avançar: nunca aceitar o status quo, adaptando-se a uma visão conformista da vida. “Não espere um mundo acolhedor. Vá em frente, lute e conquiste seu espaço”, conclama.

*Confira no link https://www.youtube.com/watch?v=DhJWUj18RqQ

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