Nefrologia e Transplantes

Nefrologia e Transplantes

Formada nas especialidades Pediatria e Nefropediatria e com cursos de especialização no tratamento de insuficiência renal crônica, hemodiálise, diálise peritoneal e transplante, a Dra. Maria Fernanda Carvalho de Camargo responde por dois dos nossos Sistemas de Excelência (SoE): Nefrologia e Transplantes. O convite que recebeu em 2018 para assumir essas posições tinha um objetivo claro: compartilhar e disseminar para os outros hospitais do grupo a experiência desenvolvida no Samaritano Higienópolis, onde ela atua há 27 anos. Ela coordena a área de Nefrologia desde 2000, o Centro de Transplantes desde 2010 e, desde 2016, o Centro de Reabilitação Intestinal, ponte para pacientes com intestino ultracurto para o transplante de intestino e multivisceral.

A Dra. Maria Fernanda aceitou o desafio com a mesma paixão que alimenta pela Medicina desde que descobriu a vocação para cuidar da saúde das pessoas. ”Quis fazer Medicina desde que me conheço por gente. Ainda muito jovem, já fazia trabalho voluntário na Santa Casa de Mogi Mirim, cidade onde morava, ajudando a cuidar das crianças“, lembra ela. A graduação em Medicina, as especializações em Pediatria e Nefropediatria no Instituto da Criança do Hospital das Clínicas (Faculdade de Medicina da USP) e outros cursos foram enriquecendo seu currículo. Além da atividade assistencial, engajou-se em projetos de pesquisa e publicou diversos trabalhos sobre temas associados à doença renal em crianças, ao transplante renal pediátrico e à insuficiência intestinal em crianças, entre outros.

Dentre suas muitas realizações, a Dra. Maria Fernanda esteve à frente da primeira hemodiálise pediátrica privada do Brasil, realizada no Samaritano Higienópolis e que deu origem, há 16 anos, ao Centro de Hemodiálise Pediátrica – o primeiro do país. Ela também participou da implantação do Centro de Transplantes do Hospital Samaritano Higienópolis, tornando-o um centro de treinamento de profissionais em transplante renal pediátrico, e da criação da residência médica na área. Outro projeto importante foi a criação do Centro de Reabilitação Intestinal, primeiro do serviço pediátrico privado do Brasil.

Segundo a Dra. Maria Fernanda, o objetivo do Sistema de Excelência é implantar as linhas de cuidado das especialidades para fomentar a eficiência, a qualidade e a segurança no atendimento ao paciente de forma integral, além de alavancar o resultado operacional das unidades do grupo. É um esforço que, de acordo com a médica, inclui investir na capacitação dos profissionais, no ensino e nas atividades de pesquisa.

Principais focos
No SoE de Nefrologia, os principais focos são as linhas de cuidado de lesão renal aguda e doença renal crônica. “Estamos criando Centros Renais de Tratamento Integrado, com equipes multidisciplinares que acompanham os pacientes desde as fases iniciais da doença até os estágios mais avançados, e unidades ambulatoriais de terapia renal dialítica e de acompanhamento pré e pós-transplante. Dessa forma, além de ofertar o melhor cuidado, assegurando a eficiência e o melhor desfecho, também gerenciamos os custos do tratamento dessa população”, afirma a Dra. Maria Fernanda.

Já no SoE de Transplantes, o desafio é integrar e gerenciar todas as modalidades de transplantes (medula óssea, renal, hepático, córnea e cardíaco), com atenção multidisciplinar aos pacientes e unificação das diretrizes nos diversos hospitais transplantadores do grupo (Samaritano Higienópolis, Paulistano, Alvorada Moema, Madre Theodora, Samaritano Barra e Vitória Barra (complexo Americas Medical City), Pró-Cardíaco, Samaritano Botafogo, Monte Klinikum e Santa Joana. “Queremos nos tornar o maior centro transplantador do setor privado no Brasil ”, diz a Dra. Maria Fernanda. “O Brasil é o segundo país do mundo em números absolutos de transplantes, e nossos hospitais estão bem posicionados no sistema nacional de transplantes, com um grupo de cirurgiões e clínicos que são referências nacionais nas diversas modalidades de transplantes”, acrescenta ela. Alguns números atestam isso: em 2020, os hospitais da rede Americas responderam por 10% dos transplantes renais e 14% dos transplantes de medula óssea realizados no Brasil pela rede suplementar. E o objetivo para 2021 é passar, respectivamente, para 12% e 22%.

Sobre os planos futuros dos dois Sistemas de Excelência, a Dra. Maria Fernanda resume: “queremos tornar os hospitais do Americas referência em transplante nas diversas especialidades e o Programa de Reabilitação Intestinal para pacientes com falência intestinal, um novo modelo de cuidado centrado no paciente e na família, além de seguir na criação dos Centros Renais de Tratamento Integrado. E o segredo para isso é equipe integrada, atuação multiprofissional permanente, acolhimento humanizado e individualizado, tendo como base de tudo a assistência, o ensino e a pesquisa”.

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