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Nosso jeito de cuidar de quem salva vidas

De ações de suporte a homenagens especiais, são várias as iniciativas de reconhecimento e valorização dos nossos profissionais de saúde.

“No maior desafio do nosso tempo, descobrimos uma força que não se explica. Uma força vinda do coração de cada um de vocês. Uma força capaz de unir ciência e empatia, ímpeto e resiliência, tecnologia e humanidade, resistência física e estrutura emocional. Descobrimos na linha de frente a real força da nossa integridade, da nossa compaixão, dos nossos relacionamentos, da nossa inovação, da nossa performance”.Acompanhado de imagens de equipes e situações de atendimento, esse é um trecho do texto do vídeo “Força”, produzido pelo Americas e divulgado em suas redes sociais como mais uma forma de valorizar e reconhecer os profissionais de saúde que atuam na linha de frente da batalha contra a COVID-19.

A pandemia revolucionou a rotina desse time, com uma gama de desafios sem precedentes.“Esses profissionais estão lidando com uma doença sobre a qual ainda não se tem grande conhecimento e, além do intenso trabalho no cuidado dos pacientes, estão preocupados com a sua saúde e a de seus familiares. Mas estão conscientes da importância do seu papel”, afirma o Dr. Max Leventhal, diretor-executivo do Americas Medical City (RJ). Vídeos como o citado acima, que teve milhares de visualizações, são formas de agradecer essa coragem e dedicação.

Paralelamente, o Americas tem se empenhado para proporcionar a eles não apenas as melhores condições de segurança, mas todos os recursos para apoiá-los e ampará-los, incluindo suporte psicológico. “É importante que eles se sintam em condições de atuar nesse atendimento, o que fica a critério de cada profissional. Nossa proposta é de acolhimento e proteção”, ressalta o Dr.Max.

Pilares de suporte

Para assegurar uma boa retaguarda aos profissionais, o Americas criou uma política corporativa para gerar ações concretas. “Nosso plano se apoia nos pilares Ouvir, Proteger, Preparar, Apoiar e Cuidar, englobando todo o suporte necessário, com aparato de segurança, treinamentos online e alternativas de locomoção e alimentação, entre outras”, explica Andrea Norfini, diretora de Capital Humano do Americas.

Parcerias com restaurantes, momentos de relaxamento com apresentações do Coral UHG e outros eventos especiais nas unidades,disponibilização de ônibus fretado ou transporte por serviços de aplicativo para evitar a circulação em transportes públicos,e soluções para garantir a segurança do profissional e de sua família são algumas das iniciativas. No Americas Medical City, por exemplo, o profissional que tem familiar em grupo de risco ou contrai o vírus pode se hospedar em um hotel próximo ao trabalho.

O grupo Americas também criou o auxílio-babá, benefício que permite contratar serviços de cuidados para os filhos enquanto eles não retornam às aulas.

Valorização e gratidão

As ações de reconhecimento também têm grande importância neste momento. “A valorização do esforço e o elogio a cada um pelo desempenho são fundamentais e estimulam os profissionais a continuarem na luta”, afirma o diretor do Americas City, onde foram instalados banners com mensagens de agradecimento e enaltecimento.

Em nível corporativo, outro vídeo, este em comemoração à Semana da Enfermagem, trouxe vários profissionais falando daquilo que os inspira: a paixão que sentem pelo trabalho de cuidar das pessoas e a missão de salvar vidas.

E a melhor recompensa pode ser constatada em outros materiais postados nas redes sociais do Americas em tempos de COVID-19, com inúmeras histórias de finais felizes festejados pelas equipes, como a de Gerda, uma paciente de 99 anos que recentemente teve alta no Hospital Santa Lúcia.

Entre tantos desfechos positivos e mensagens de agradecimentos, o depoimento de Daniel Viana, que ficou internado 50 dias, 18 dos quais intubado na UTI do Hospital Samaritano Barra (RJ), simboliza bem o impacto da dedicação desses profissionais. “Não conseguia enxergar, mas lembro da voz de cada médico e enfermeiro que cuidou de mim. Quando acordei, uma médica me disse que eu era um vencedor. Aquilo mudou totalmente meu ânimo. Foi um marco na minha recuperação”, conta ele, já curado e em casa.Como diz o vídeo citado no início deste texto, é “uma força que vem do coração (...), capaz de unir ciência e empatia, ímpeto e resiliência, tecnologia e humanidade, resistência física e estrutura emocional”.

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