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A Oncologia do Hospital Paulistano não para

Estratégia de segurança garante continuidade do cuidado integrado do paciente oncológico em meio à pandemia.

Um dos maiores centros de excelência de oncologia do Americas, o Hospital Paulistano, na capital paulista,mantém em plena atividade o atendimento integral ao paciente oncológico durante a pandemia da COVID-19 – dos serviços diagnósticos e acompanhamento ambulatorial aos tratamentos quimioterápicos e cirúrgicos.

“Para que os pacientes não interrompam seu ciclo de cuidado, colocamos em prática uma ampla estratégia de segurança, baseada em medidas que vão desde a reordenação dos espaços físicos para garantir o distanciamento entre as pessoas e a colocação de painéis de acrílico nos pontos de contato com as equipes administrativas até os rigorosos protocolos de higienização e prevenção recomendados pelos órgãos de saúde nacionais e internacionais”, afirma o Dr. Gustavo Piotto, coordenador da Oncologia do Paulistano.

Além dos atendimentos presenciais, a Telemedicina é outro recurso que vem sendo utilizado, principalmente para as consultas de Oncogenética, cujos resultados contribuem para aumentar a precisão do tratamento dos pacientes e definir estratégias de investigações para seus familiares.

Procedimentos cirúrgicos

Para assegurar a continuidade das intervenções cirúrgicas, o Paulistano aplica as diretrizes de segurança elaboradas pelo Americas para nortear a retomada dos procedimentos eletivos em todos os hospitais da rede que já têm condições de executá-los (leia nesta edição). Entre as medidas, está a rigorosa triagem para identificar pacientes e acompanhantes eventualmente contaminados pelo novo coronavírus. Quando as cirurgias são indispensáveis, os pacientes com COVID-19 entram em um fluxo especial organizado pelo sistema de coortes.

Além de questionários e investigações clínicas, é realizado o teste de RT-PCR dos pacientes 72 horas antes do procedimento, com obtenção do resultado em até 12 horas. Entre início de maio e 26 de junho, foram testados 303 pacientes, dos quais apenas quatro eram positivos.

Em prol da segurança de todos, também não estão permitidas visitas no pós-cirúrgico,tampouco acompanhante no quarto, exceto em casos de pacientes idosos ou considerados vulneráveis.

“O ritmo das cirurgias robóticas oncológicas também se mantém nos níveis pré-pandemia, com média mensal de 35 procedimentos”, informa o Dr. Luis Artur Sutic da Silva Paes, gerente médico do Paulistano, destacando que se trata de um feito considerável frente à crise. Além das cirurgias de próstata, que se consolidaram como o carro-chefe dos procedimentos com robôs, constata-se também o crescimento de outras indicações, como as cirurgias nefrológicas e do aparelho digestivo.

Saiba mais

Reconhecido pela excelência tecnológica e pelo tratamento humanizado, o Hospital Paulistano, instituição fundada em 1947, atende várias outras especialidades médicas além da Oncologia.  Entre as suas tecnologias e serviços diferenciados, destacam-se a Unidade de Transplante de Medula Óssea e o Centro de Cirurgia Robótica.Seu arrojado centro cirúrgico ocupa um total de cerca de 1.300m², adjacente a uma área de conforto médico que totaliza outros 290m².Seu moderno e bem equipado pronto-socorro funciona 24 horas, oferecendo Clínica Geral, Cardiologia, Ortopedia e Cirurgia Geral.Desde 2010, o Paulistano integra o seleto grupo de instituições acreditadas pela Joint Commission International (JCl).

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