Fluxos seguros

A pandemia ainda não acabou. Mas os hospitais da Rede Americas estão muito bem preparados.

Plano de contenção da transmissão intra-hospitalar do vírus, incluindo os fluxos separados, continua ativo nas unidades da Rede Americas. Objetivo é garantir a segurança de pacientes, familiares e profissionais.

Quase dois anos depois da eclosão da pandemia da Covid-19, um fato é certo: ainda precisaremos conviver com essa doença nos próximos anos, o que exigirá que toda a sociedade não abaixe a guarda no quesito prevenção. Por isso, todas as unidades hospitalares e os centros médicos do Americas continuam mobilizadas para manter o vírus longe dos seus pacientes familiares e profissionais.

“Com o avanço da campanha de vacinação, não estamos mais vivendo picos agudos de internações”, pontua o Dr. Fernando Colombari, diretor de Práticas Médicas da rede. Segundo ele, em outubro, os casos de Covid-19 respondiam por apenas 3,6% da capacidade de ocupação hospitalar do Americas, contra cerca de 50% no auge da pandemia, em março deste ano. “Mas, apesar de contribuir para conter o desenvolvimento de formas mais graves da doença, a imunização não impede que o vírus continue circulando e sendo transmitido na comunidade”, afirma o Dr. Colombari.

Assim, o Americas mantém toda a sua estratégia para coibir a transmissão intra-hospitalar do vírus, agora beneficiada pelas lições apreendidas ao longo do enfrentamento da pandemia e por um contexto epidemiológico menos agudo. “Trata-se de algo fundamental para garantir o atendimento de todos os pacientes – com ou sem Covid –, e evitar que se repita um fenômeno observado principalmente no começo da pandemia: pacientes adiando o diagnóstico e o tratamento de doenças graves por medo de procurar os médicos e deixando de ir ao pronto-socorro até em casos como infarto e AVC”, diz o Dr. Colombari.

Plano de segurança contínua

Nas unidades ambulatoriais e hospitalares do Americas, continuam ativos os fluxos independentes, que garantem que os pacientes livres de COVID não tenham contato com pacientes infectados ou suspeitos. Os que têm a doença são cuidados em áreas isoladas, em muitos casos com leitos com sistema de pressão negativa, tanto nas UTIs como nas áreas de internações.

Os profissionais seguem trabalhando segundo protocolos de prevenção e protegidos por equipamentos de proteção individual (EPIs) conforme parâmetros sanitários nacionais e internacionais. O uso de máscaras continua obrigatório em todas as instalações do Americas. As diretrizes em relação a afastamentos temporários mediante sinais de infecções continuam valendo.

A política de acompanhantes e visitas aos pacientes internados segue cautelosa, a fim de garantir a máxima proteção e evitar que sejam infectados por essas pessoas. Quanto mais contatos, mais riscos o paciente corre. Os hospitais estão comprometidos em compatibilizar a segurança e a melhor experiência do paciente.

“Não temos expectativa de que a Covid-19 vá desaparecer. Mas, mesmo que ocorram novas ondas de infecções, hoje estamos muito mais preparados para lidar com essa doença de forma segura”, afirma o Dr. Colombari. “Olhando para o futuro, enxergamos que essa patologia vai entrar na rotina de atuação do hospital. Porém, é uma rotina tecnicamente embasada e segura por conta dos bons protocolos que construímos ao longo dessa jornada. Estamos prontos para cuidar de todos os pacientes que procurarem os serviços do Americas, com ou sem Covid.” 

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