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Promater: protocolos de AVC e dor torácica

Protocolização da assistência faz parte da estratégia do hospital para se reafirmar como referência regional.

No Hospital Promater, de Natal, os protocolos gerenciados de AVC e dor torácica são mais que roteiros com diretrizes da prática clínica, monitoradas por indicadores, a fim de garantir a segurança e o alto padrão de qualidade da assistência. Eles são parte da estratégia que visa a transformar a instituição em um polo de referência para o diagnóstico e o tratamento das doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, principais causas de morte no Brasil e no mundo.

“A cultura do protocolo tornou-se elemento fundamental da estratégia de reposicionamento do nosso hospital no mercado de saúde regional. Queremos que o Promater seja reconhecido pela gestão de qualidade e segurança para os pacientes, indicando um hospital de excelência, capaz de promover saúde a partir de uma medicina baseada em evidências, processos e procedimentos padronizados, sendo cada vez mais custo-efetivo”, resume a Dra. Silvia Rocha de Costa Fernandes, coordenadora do pronto-socorro de clínica médica e do protocolo de sepse, primeiro protocolo gerenciado, implantado antes dos protocolos de AVC e dor torácica.

Pioneiras no setor de saúde do Rio Grande do Norte, essas iniciativas vêm permitindo ao Promater alavancar seus níveis de qualidade e segurança e operar segundo um modelo de gestão mais racional e eficiente dos recursos.

O hospital tem colhido ganhos em várias frentes, como melhora dos desfechos clínicos e controle de infecções, redução do tempo de permanência dos pacientes no pronto-socorro, diminuição de mortalidade e maior controle do uso de insumos e medicamentos por meio de tutoriais de prescrição para cada protocolo. Tudo isso combinado se traduz em tratamentos mais efetivos e seguros para os pacientes e a prática de uma medicina baseada em valor para o sistema de saúde. Para os médicos, é a certeza de que seus pacientes contam com a melhor estrutura e os melhores processos e equipes da região.

Com o protocolo de dor torácica, por exemplo, eliminou-se uma condição bastante comum nos prontos atendimentos: por falta de uma abordagem eficiente, o paciente acaba buscando várias vezes o serviço de emergência, o que representa mais riscos para ele e mais custos para as fontes pagadoras.

Outra vantagem do protocolo é a alocação do paciente na unidade mais adequada para cada caso desde a sua chegada à instituição. Com isso, o Promater registrou uma redução do acionamento do código amarelo nas áreas de internação não críticas.  “Se o paciente chega com dor epigástrica, é diabético ou hipertenso e tem mais de 65 anos, já abrimos um protocolo de dor torácica que o leva para a unidade de tratamento intensivo e não para a unidade de internação, oferecendo maior segurança e controle de complicações com danos que podem ser graves”, exemplifica a Dra. Silvia.

Em relação ao protocolo de AVC, seu coordenador, o Dr. Marcelo Marinho, destaca o fato de que, apesar de ter sido implantado mais recentemente no Promater, ele registra níveis de eficiência idênticos aos demais hospitais da Rede Americas. “O protocolo funciona com um neurologista de sobreaviso 24 horas, que trabalha contando com a retaguarda de profissionais do pronto-socorro e apoio das equipes das áreas assistenciais”, informa o Dr. Marcelo. Além disso, o hospital conta com um radiologista 24 horas à disposição para laudar exames de imagem.

“Essa integração é o nosso pulo do gato”, diz a Dra. Silvia. Mensalmente é realizado encontro que reúne a comissão do protocolo de AVC, formada pelas coordenações do protocolo, do pronto-socorro e da UTI, e representantes da área de Qualidade (que gere os indicadores dos protocolos) e de Imagem. Nessas ocasiões, é feita a revisão de casos, a análise dos indicadores e a discussão de oportunidades de melhoria, colocando em prática os princípios da melhoria contínua.

Outro ponto que contribui para o sucesso dos protocolos de AVC e dor torácica é o reforço tecnológico do hospital, com a chegada do novo tomógrafo Revolution Maxima Ace and Optima CT680 Expert. O equipamento amplia a capacidade resolutiva dos casos de alta complexidade, tem capacidade de entregar 35 exames a cada 6 horas e laudos em até 2 horas para pacientes do pronto-socorro. O exame, antes, era realizado por um parceiro.

Encontros com médicos

Em setembro, o Promater inicia uma série de eventos de relacionamento para divulgar seus protocolos.  A ideia é que médicos formadores de opinião conheçam seu funcionamento in loco e possam tirar dúvidas e discutir casos com as equipes médicas do hospital. Ocorrerão três sessões de visitas ao longo de três quartas-feiras do mês, cada uma dedicada a um dos três protocolos vigentes na instituição (AVC, dor torácica e sepse). Também participam dos eventos representantes das Forças Armadas Brasileiras, que são atualmente importantes clientes do Promater.

Antes dessa ação, o hospital investiu em uma agenda de educação médica continuada para difundir entre a classe médica regional os conceitos e processos que embasam os seus protocolos. A ideia foi disseminar a cultura do protocolo e evidenciar de que modo ela atua em prol dos pacientes. No caso das Forças Armadas Brasileiras, diretrizes dos protocolos foram levadas para dentro dos ambulatórios militares, possibilitando que os pacientes sejam manejados a partir de práticas e procedimentos protocolares mesmo antes de serem encaminhados para o hospital.

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