Indicadores

Qualidade e segurança em tempos de COVID

Mesmo com os desafios trazidos pela pandemia, indicadores do Americas Serviços Médicos superam benchmarks do mercado.

Os indicadores de Qualidade e Segurança dos Pacientes do terceiro trimestre mostram que os hospitais da rede Americas têm conseguido manter seus níveis de excelência acima dos benchmarks de mercado no âmbito da prevenção e controle de infecção hospitalar, mesmo com os desafios da pandemia. São dados que comprovam a consistência dos quatro pilares da metodologia de trabalho adotada pelo grupo nessa área: Educação e Vigilância dos Processos, Implementação de Tecnologias, Motivação e Celebração dos Bons Resultados, além de Envolvimento da Alta Liderança.

Os indicadores de infecção relacionada à assistência à saúde (IRAS) ilustram como os hospitais do Americas vêm enfrentando com competência desafios inéditos. As taxas de Infecção da Corrente Sanguínea Associada a Cateter Vascular Central e de Pneumonia Associada a Ventilação Mecânica (PAV) melhoraram ainda mais no primeiro trimestre do ano, mesmo depois de já terem superado o patamar do mercado nacional em 2019. Após serem impactados negativamente no segundo trimestre no contexto da COVID-19, ambos reverteram a curva, reposicionando os hospitais do grupo entre os melhores do país. Os números de Infecção do Trato Urinário Associada a Cateter já eram e continuam superiores ao benchmark do Center for Disease Control and Prevention (CDC).

“Esses resultados são evidências diretas da excelência que é prestada pelos nossos hospitais, que têm a qualidade e segurança dos pacientes como valores fundamentais”, afirma Virgínia Paraizo, diretora de Práticas Assistenciais.

Desafio ao cubo

O desempenho atestado por esses indicadores ganha um significado ainda maior em razão dos grandes desafios do período. “De um lado, lidamos com um paciente com uma criticidade ao cubo, associada a uma doença que há menos de um ano era desconhecida. De outro, fomos aprendendo a lidar com a pandemia a partir das experiências concretas com esses doentes no mesmo momento em que vimos nossas equipes sendo afetadas pelo afastamento de colegas infectados e o aumento da carga de trabalho provocado por essa mesma doença”, comenta Daiane Patrícia Cais, gerente nacional do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Americas.

“Contudo, conseguimos identificar rapidamente as dificuldades, e os profissionais da área de controle de infecções, junto com as equipes locais dos hospitais, prontamente reviram passo a passo os procedimentos em busca do que poderia ser melhorado,” pontua o Dr. Fernando Colombari, diretor de Prática Médica. Ele lembra ainda que foram multiplicadas as ações de educação, auditorias e o investimento em novos equipamentos, como novos modelos de aspiradores usados nos pacientes em ventilação mecânica.  

Na prática, às dimensões já contempladas nos quatro pilares da estratégia de prevenção e controle de infecção hospitalar do grupo foi adicionado mais um elemento-chave: o cuidado direcionado às necessidades específicas dos pacientes com COVID-19. No caso da prevenção da pneumonia associada à ventilação mecânica, por exemplo, os requisitos protocolares precisaram ser modificados ou adaptados para garantir medidas de cuidados a partir de novas condições, como a higienização regular da boca dos pacientes agora deitados de barriga para baixo.

Os bons números da qualidade e segurança também indicam uma contribuição decisiva dos médicos: o uso cada vez mais racional dos dispositivos (cateteres, ventiladores, etc.) e sua retirada o mais cedo possível.

 

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