Chest Pain

Samaritano Paulista é o primeiro Chest Pain Center da América Latina

Hospital entrou para o seleto grupo de centros excelência certificados pelo American College of Cardiology para o enfrentamento da dor torácica.

O Samaritano Paulista acaba de obter uma importante conquista: tornou-se o primeiro hospital da América Latina certificado como Chest Pain Center pelo American College of Cardiology (ACC). Com esse renomado selo internacional, comprova para seus pacientes e para o mercado de saúde que atingiu um novo patamar em sua jornada contínua em prol da excelência em Cardiologia.

“A conquista significa que os nossos processos de qualidade assistencial para dor torácica foram reconhecidos pela principal sociedade de cardiologia do mundo como o estado da arte para a redução da morbidade e mortalidade associada a problemas cardiovasculares, entre eles o infarto agudo do miocárdio, a doença que mais mata em todo o mundo”, afirma o Dr. Pedro Barros, coordenador da Rede de Dor Torácica e Telemedicina Cardiológica do Americas Serviços Médicos.

No processo de certificação, foi colocado à disposição dos auditores o histórico de um ano de atendimentos realizados no Samaritano Paulista a partir do protocolo de dor torácica, permitindo que eles avaliassem fluxos, estruturas, equipes e resultados.

Etapas do processo

Para chegar até aí, o hospital já havia passado por um processo tão desafiador quanto a avaliação desses especialistas: os pré-requisitos obrigatórios para ser auditado. O primeiro é participar do Registro Americano de Dor Torácica, fornecendo rigorosamente métricas de atendimento para um banco de dados que permite a comparação entre as várias instituições vinculadas ao Registro. Esse ponto se relaciona com o segundo pré-requisito: os centros médicos precisam transformar essa base de comparação em força-motriz para alimentar planos institucionais à luz das melhores práticas a fim de incrementar seus resultados continuamente.

“Fomos o primeiro centro do mundo fora dos Estados Unidos a integrar a essa rede”, lembra o Dr. Pedro. “Desde 2012 informamos nossos resultados e estamos engajados em sucessivos projetos de melhoria que nos levaram ao patamar dos melhores hospitais que integram esse Registro”, completa ele. Um reconhecimento disso veio em 2015, quando o Centro de Excelência em Cardiologia do Samaritano Paulista recebeu a premiação máxima concedida pelo American College of Cardiology e pela American Heart Association: o Chest Pain MI Registry Platinum Performance Achievement Award. 

“Por trás desse prêmio existem métricas sólidas que colocam a estrutura, o trabalho desempenhado pelas equipes do hospital e os desfechos dos tratamentos entre os melhores do mundo”, destaca o Dr. Pedro. Para efeito de ilustração, ele cita o tempo médio de internação de um paciente infartado no Samaritano Paulista, que é de dois a três dias, enquanto em muitos outros hospitais essa permanência sobe para cinco, seis e até sete dias. 

Os outros dois pré-requisitos exigidos para ser reconhecido como um centro internacional de excelência pelo American College of Cardiology são deter uma certificação internacional reconhecida, que o Samaritano Paulista atende com a acreditação da Joint Commission Internacional, e ter destacada atuação de ensino e pesquisa.

Qualidade e segurança garantidas

Para os pacientes, o reconhecimento do American College of Cardiology é mais um elemento que lhes dá a segurança de estar em uma instituição com padrões de qualidade e excelência internacionais, formalizados e controlados por rigorosos mecanismos de auditoria. Para o Americas, significa um novo impulso em prol da excelência, pois o Samaritano Paulista funciona como um centro irradiador de expertise e suporte técnico e científico para os outros hospitais da rede.

A certificação também deu ao hospital parâmetros claros para oferecer os melhores cuidados baseados em evidências. “Tudo isso, a partir de um rigoroso e produtivo controle que nos orienta a entregar o cuidado certo ao paciente certo e no momento certo. Para o sistema de saúde isso pode ser traduzido como geração de valor, ou seja, a excelência não está dissociada da ideia de sustentabilidade do sistema”, destaca o Dr. Pedro.

Segundo ele, essa dimensão está expressa nos critérios de avaliação da certificação, que estão fortemente orientados a identificar e eliminar desperdícios em todo o ciclo assistencial. Esse também é o caminho do Hospital Samaritano Paulista para garantir aos seus pacientes a melhor assistência, com o melhor custo-benefício, visando sempre o melhor desfecho.

 

 

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