Telemedicina

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3ª edição - 05/07/2020

Americas cria sistema para monitorar à distância pacientes em isolamento domiciliar

Usando recursos de telemedicina, medida visa ampliar a segurança dos pacientes, equipes e da comunidade durante a pandemia da COVID-19

Lançado no começo de abril em toda a rede Americas, o serviço de telemedicina para monitoramento e suporte à distância dos pacientes em isolamento domiciliar com suspeita ou confirmação de COVID-19 atingiu em duas semanas de atividade a marca de mil pessoas cadastradas.  Gratuito, o serviço garante que os pacientes que passaram por uma de nossas unidades hospitalares e receberam orientação para ficar em casa em quarentena continuarão contando com assistência diária da nossa equipe médica via telemedicina.

Cabe ao médico fazer a inscrição do paciente no sistema, tarefa que é feita em um minuto. O paciente, por sua vez, preenche um cadastro, fornecendo informações adicionais sobre seu histórico clínico. A partir daí, ele passa a receber por SMS ou e-mail um questionário eletrônico diário contendo perguntas (temperatura, falta de ar, etc.) cujas respostas permitem monitorar seu estado de saúde.

“Essas informações alimentam o banco de dados do sistema que, com auxílio de ferramenta de inteligência artificial, faz a triagem dos casos que necessitam de teleatendimento conduzido por equipe médica e de enfermagem”, detalha o Dr. André Paranzini, diretor de Especialidades Médicas, Relacionamento Médico e Telemedicina do Americas. Durante as teleconsultas, que podem ser feitas por meio de computador ou smartphone, os especialistas identificam quais pacientes devem retornar ao pronto atendimento.

Mil e quinhentos pacientes monitorados ao longo das duas primeiras semanas, cerca de 300 demandaram teleconsultas (videoconferências). Desses, apenas nove foram reencaminhados para o pronto atendimento e nenhum precisou ser internado.

A ausência de internações reflete a segurança que as equipes da linha de frente dos hospitais nutrem em relação ao sistema. “Os médicos sabem que contam com uma retaguarda eficiente. Podem mandar um paciente para ficar mais protegido em sua casa, certos de que a assistência terá continuidade por meio do nosso sistema de monitoramento”, afirma o Dr. Tiago Frigini, gerente médico de Telemedicina do Americas.

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