Setembro verde

Transplantes em centros de excelência

Com equipes e hospitais habilitados para diversos tipos de transplantes, o Americas também se engaja em campanhas que estimulam a doação de órgãos e tecidos, como a realizada no Setembro Verde.    

“Existem 38 milhões de maneiras de agradecer”. Esse foi o slogan do Setembro Verde deste ano, uma referência aos 38 milhões de doadores de órgãos e tecidos inscritos no mundo todo. O Americas, que realiza diferentes tipos de transplantes em seus centros de excelência, engajou-se na campanha com a divulgação de materiais informativos, posts nas redes sociais e banners expostos em seus hospitais estimulando a doação.

Em sua rede, o Americas realiza transplantes de rins, coração, fígado, pâncreas, córnea, tecido ósseo e medula óssea. Recentemente, o Hospital Pró-Cardíaco (RJ) foi habilitado para o transplante de pulmão, um procedimento de alta complexidade realizado em poucas instituições do país.

A partir de uma abordagem integrada, a rede tem buscado de maneira incessante incorporar processos e práticas baseados em evidências para garantir a melhor eficiência, a qualidade da assistência e a segurança dos pacientes, com responsabilidade financeira e de maneira acoplada às atividades de ensino e pesquisa.

“Nosso desafio é integrar e gerenciar todas as modalidades de transplantes com estrutura multidisciplinar e unificação das diretrizes nos diversos hospitais transplantadores do grupo”, afirma a Dra. Maria Fernanda Carvalho de Camargo, líder dos Sistemas de Excelência Nefrologia Americas e Transplante Americas.  “Nosso modelo é o cuidado centrado no paciente. Isso envolve equipe integrada, atuação multiprofissional permanente, acolhimento humano e individualizado, tendo como base de tudo a assistência, o ensino e a pesquisa”, completa ela. As linhas de cuidado integrado contemplam desde a preparação pré-procedimento até a recuperação e acompanhamento dos pacientes no pós-transplante.

Centro Renal de Tratamento Integrado

Um exemplo dos diferenciais do Americas é o Centro Renal de Tratamento Integrado (CRTI), uma estrutura ambulatorial focada no cuidado dos pacientes com doença renal crônica (crianças e adultos) a partir do estágio III, com acompanhamento multidisciplinar contínuo até o momento do transplante e no pós-transplante. A equipe é composta por nefrologista, nefropediatra, urologista adulto e pediátrico, cirurgião vascular, psicólogo, assistente social, farmacêutico, nutricionista e enfermeiro. Implantado inicialmente no Hospital Samaritano Higienópolis (SP), o modelo está sendo expandido para outros hospitais. Em breve, será inaugurado o CRTI do Alvorada Moema (SP). Outra novidade é o projeto de ampliação do CRTI do Samaritano Higienópolis, com duplicação dos consultórios, área de coleta de exames e uma sala para procedimentos simples, evitando a internação do paciente, reduzindo risco de complicações e desonerando do sistema de saúde.  O início das obras está previsto para o primeiro semestre de 2022. 

Atualmente, oito hospitais do Americas estão habilitados para a realização de transplante renal, atendendo desde crianças pequenas até adultos hipersensibilizados com casos de altíssima complexidade. Os resultados de sobrevida do enxerto e sobrevida dos pacientes são comparáveis aos da literatura científica internacional.

Um destaque do programa de transplante renal pediátrico é que o Hospital Samaritano Higienópolis atingiu em outubro a marca de 500 procedimentos realizados, muitos deles em crianças com menos de 15 quilos, o que é feito em poucos centros transplantadores do mundo (leia a matéria aqui ).

Segundo a Dra. Maria Fernanda, o objetivo do Americas é ampliar a realização de transplantes. “Queremos nos tornar uma referência e o maior centro transplantador do setor privado no Brasil, que é segundo país do mundo em números absolutos de transplantes. Temos estrutura, o modelo de linha de cuidado e um grupo de cirurgiões e clínicos que são referências nacionais nas diversas modalidades de transplantes“, afirma ela.

Em 2020, foram efetuados mais de 200 transplantes nos hospitais da rede Americas, entre eles 10% dos transplantes renais e 14% dos transplantes de medula óssea realizados no Brasil pela rede suplementar. A meta para 2021 é crescer, chegando aos 12% dos renais e 22% de medula óssea.

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