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Cuidado centrado no paciente. Por que isso é importante?

Recomendada pelas mais respeitadas organizações mundiais, essa abordagem coloca o paciente como um agente ativo nas decisões e nos cuidados de sua saúde.

Além de oferecer uma medicina baseada em evidências, com protocolos e processos rigorosos, equipes qualificadas e suporte de tecnologias avançadas, hospitais que apresentam elevados padrões de excelência têm outro elemento em comum: o cuidado centrado no paciente. Isso significa que os pacientes deixam a posição passiva de quem apenas se submete à assistência de médicos e demais profissionais de saúde para assumirem um papel ativo nas decisões e nos cuidados de sua saúde. Os integrantes da equipe envolvida no processo assistencial, por sua vez, atuam de forma a garantir um atendimento personalizado, atentos ao perfil, realidade e necessidades de cada paciente, respeitando seus valores e preferências.

Em vez de ser apenas o objeto do cuidado, o paciente passa a ser parceiro do cuidado. Para os hospitais e suas equipes, isso significa olhar não apenas o paciente, mas o ser humano em sua integralidade. E significa também informar e educar o paciente de maneira que ele compreenda claramente a sua doença, as opções de tratamento e os prós e contras de cada uma.

A medicina contemporânea usa uma expressão para traduzir essa nova relação: empoderamento do paciente. Pacientes empoderados aderem mais aos tratamentos, alavancando seus resultados. Há, ainda, importantes ganhos emocionais, pois o paciente envolvido nessa rede de cuidado centrada nele se sente mais acolhido e respeitado e tem menos medo e ansiedade. Com boas razões, esse tipo de abordagem resulta em maior satisfação dos pacientes e familiares e uma experiência positiva de todos eles na instituição de saúde.

Modelo a ser seguido

O cuidado centrado no paciente é recomendado pelas mais respeitadas organizações nacionais e internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Joint Commission International, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Organização Nacional de Acreditação (ONA). E é também contemplado na composição de rankings das instituições de saúde que, entre outros critérios, avaliam a experiência do paciente.

Esse foi um dos itens que contribuíram para que o Samaritano Paulista, hospital do Americas Serviços Médicos, figurasse pelo quarto ano consecutivo entre os melhores hospitais da América Latina no ranking elaborado pela América Economia Intelligence. Anualmente, essa consultoria avalia o desempenho das instituições de saúde de alta complexidade de toda a região, considerando critérios de segurança, capital humano, capacidade, gestão do conhecimento, prestígio, eficiência e experiência do paciente. O Samaritano Paulista foi bem-avaliado em todos os itens, destacando-se nos quesitos segurança e experiência do paciente.

Vários elementos levaram o Samaritano Paulista a integrar o seleto grupo de melhores hospitais da América Latina: a qualidade da assistência, a gama de serviços oferecidos, o cuidado centrado no paciente, os protocolos médicos internacionais, os indicadores de resultados, a qualificação dos profissionais, as tecnologias de ponta e certificações como a de Chest Pain Center pelo American College of Cardiology (o hospital é o único da América Latina com essa credencial). E ser destaque em segurança em um ano marcado pela pandemia mostra a eficiência da separação de fluxos e todas as medidas adotadas para atender bem e de maneira segura pacientes com e sem COVID-19. Afinal, com ou sem pandemia, pacientes têm de estar sempre no centro do cuidado.

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Americas Serviços Médicos

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