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Cuidados com a mama: só o autoexame não basta

Realização da mamografia regularmente é fundamental para diagnosticar o câncer de mama ainda em fases iniciais, quando as chances de cura são maiores. Dependendo do perfil da mulher, outros exames podem ser indicados.

Na maioria das vezes, os indícios de um câncer de mama, o mais frequente entre as mulheres depois do câncer de pele não melanoma, são percebidos pelas próprias pacientes, que identificam pelo toque caroços (nódulos) geralmente indolores na região.  No entanto, quando isso acontece, a doença já costuma estar em estágios mais avançados. Ou seja, no cuidado das mamas, o autoexame, apalpando as mamas, deve ser realizado, mas só isso não basta. “A mamografia é fundamental para o diagnóstico precoce. Quanto mais cedo o tumor é detectado, maiores são as chances de cura a partir de tratamentos menos agressivos”, afirma a Dra. Fátima Gaui, coordenadora do Grupo de Mama do Oncologia Américas no Rio de Janeiro, pesquisadora do Instituto COI, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro e membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Oncologia.

Segundo ela, vários estudos já demonstraram que esse exame é capaz de identificar os chamados carcinomas in situ, lesões em estágios bem iniciais que não ainda não invadiram outras partes da mama.  “Simples, rápida e segura, a mamografia ajuda a salvar vidas”, destaca a Dra. Fátima, que nos ajuda a esclarecer algumas dúvidas sobre esse exame.

O que é a mamografia?

É um exame radiológico de alta resolução. Por meio dele, é possível obter imagens detalhadas dos tecidos internos da mama e identificar tumores precocemente, mesmo antes que eles causem sintomas. Quando são identificados nódulos suspeitos, pode-se colher uma amostra do tecido (biópsia) para ser analisada em laboratório a fim de verificar se é um tumor maligno e de que tipo.

Há resistência das mulheres em fazer esse exame?

O que eu tenho observado é que, atualmente, a maioria das mulheres reconhece a importância da mamografia. Algumas, porém, têm mais dificuldade de acesso ao exame por não contarem com planos de saúde, e outras acabam não colocando a mamografia entre as prioridades em razão das atividades do dia a dia.

Como o exame é feito?

É feito com auxílio do mamógrafo, aparelho que comprime as mamas e capta imagens internas desse órgão a partir da emissão de raios X. Ele tem duração de 15 a 25 minutos. Para o preparo, é solicitado apenas que as mulheres não passem produtos químicos na região, como cremes, desodorantes e talcos.

O procedimento é seguro?

A mamografia é um exame complemente seguro, realizado a partir de doses controladas de radiação.

O exame é dolorido?

Algumas mulheres relatam certo desconforto por conta da compressão das mamas.

Quando devemos começar a fazer mamografia?

Para mulheres sem sinais e sintomas de câncer de mama, o Ministério da Saúde recomenda que esse exame seja feito a cada dois anos, a partir dos 50 de idade. No entanto, no Brasil, cerca de 30% das mulheres diagnosticadas com a doença têm menos de 50 anos. Por isso, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) recomendam a mamografia anual para as mulheres a partir dos 40 anos de idade. Considerado que a mamografia é menos sensível em mamas mais jovens, é recomendável contar com orientação médica para traçar a estratégia de rastreamento da doença, evitando que os exames acabem apontando suspeitas infundadas e levando à realização de biópsias desnecessárias. 

Existem mulheres que precisam começar o rastreamento mais cedo?

Sim. Mulheres com mãe, irmãs ou filhas com história de câncer de mama antes dos 45 anos ou câncer de mama bilateral ou câncer de ovário em qualquer idade são consideradas de alto risco. Esses casos podem estar associados a mutações genéticas hereditárias, sendo indicado fazer a mamografia anual alternada com ressonância magnética das mamas a partir dos 25 anos de idade ou fazer ressonância anual a partir dos 25 e começar a intercalar com a mamografia aos 40 anos. Outra forma de estabelecer a data de início do rastreamento é começar 10 anos antes da data que as outras mulheres da família tiveram câncer. Por exemplo, se a mãe teve câncer aos 40 anos, a mulher deve começar o rastreamento aos 30 anos.

Além da mamografia e ressonância, há outros exames usados no rastreamento?

A mamografia é o padrão-ouro para a detecção precoce do câncer de mama. Mas as pacientes também contam com a tomossíntese mamária, realizada com um equipamento radiológico semelhante ao mamógrafo. É uma tecnologia mais moderna e mais cara, usada principalmente quando existem dúvidas no diagnóstico. Como a tomossíntese mamária oferece imagens com melhor resolução, também permite que em mulheres com mamas mais densas o exame seja feito com um nível de compressão menor. No caso de mulheres que têm as mamas muito densas, é possível complementar a mamografia com ultrassom.

Confira a rede de serviços do Américas

Rio de Janeiro (RJ)

Hospital Samaritano Barra - Fone: (21) 3263-1000

Especialidades ambulatoriais: Ginecologia e Clínica Médica

Exames eletivos: Ultrassonografia e Mamografia

Hospital Vitória Barra - Fone: (21) 3263-2000

Especialidades ambulatoriais: Mastologia, Ginecologia & Obstetrícia e Clínica Médica

Exames eletivos: Ultrassonografia e Mamografia

Hospital Pró-cardíaco - Fone: (21) 3003-2608

Especialidades ambulatoriais: Clínica Médica

Exames eletivos: Ultrassonografia e Mamografia

São Paulo (SP)

Hospital Samaritano Higienópolis - Fone: (11) 3821-5300

Especialidades ambulatoriais: Mastologia, Ginecologia & Obstetrícia e Clínica Médica

Exames eletivos: Ultrassonografia e Mamografia

Hospital Metropolitano - Fone: (11) 3677-2000

Especialidades ambulatoriais: Mastologia, Ginecologia & Obstetrícia e Clínica Médica

Exames eletivos: Ultrassonografia

Hospital Vitória Anália Franco - Fone: (11) 3581-1000

Especialidades ambulatoriais: Mastologia

Exames eletivos: Ultrassonografia

Hospital Paulistano - Fone: (11) 3016-1000

Especialidades ambulatoriais: Mastologia

Exames eletivos: Ultrassonografia e Mamografia

Hospital Alvorada Moema- Fone: (11) 3003-2591 ou (11) 2186-9900

Especialidades ambulatoriais: Clínica Médica

Exames eletivos: Ultrassonografia

Campinas (SP)

Hospital e Maternidade Madre Theodora - Fone: (19) 3501-3000

Especialidades ambulatoriais: Mastologia, Ginecologia & Obstetrícia e Clínica Médica

Exames eletivos: Ultrassonografia e Mamografia

Recife (PE)

Hospital e Maternidade Santa Joana Recife - Fone: (81) 3216-6666

Especialidades ambulatoriais: Mastologia, Ginecologia & Obstetrícia

Exames eletivos: Ultrassonografia

Distrito Federal

Hospital Alvorada Brasília - Fone: (61) 3003-2598

Especialidades ambulatoriais: Mastologia, Ginecologia & Obstetrícia

Conheça nossa rede: https://www.americasmed.com.br/nossas-unidades

Consultório da mulher: Mastologia e Ginecologia

Telefone: (61) 3003-2598

Unidades Oncologia Américas (Nossas unidades - Americas Oncologia)

Rio de Janeiro (RJ)

Oncologia Américas Rio de Janeiro (Unidades: Barra da Tijuca, Botafogo, Niterói e Nova Iguaçu)

Telefone(21) 3385-2000

São Paulo (SP)

Hospital Samaritano Higienópolis

Telefone(11) 3821-5300

Hospital Paulistano

Telefone(11) 3016-1000

Hospital Metropolitano

Telefone(11) 3677-2000

Hospital Vitória Anália Franco

Telefone(11) 3581-1000

Campinas (SP)

Hospital e Maternidade Madre Theodora

Telefone(19) 3756-3000

Raduim Instituto de Oncologia

Telefone(19) 3753-4100

Santos (SP)

Hospital Vitória Santos

Telefone(13) 2104-6100

Recife (PE)

Hospital e Maternidade Santa Joana Recife

Telefone: (81) 3216-6666

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