Imagem com duas mãos segurando garrafas de vidro com suco de laranja.

Diet ou light?

13/09/2017 - 2 minutos de leitura

Conheça a diferença para não errar na hora da compra.

De acordo com uma determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), produtos classificados como diet têm restrição de um nutriente específico, que pode ser carboidrato, gordura, proteína, sódio ou açúcar, por exemplo. Por isso, podem beneficiar pessoas que apresentam certas doenças ou risco aumentado de desenvolvê-las.

Quem tem diabetes, por exemplo, precisa maneirar no açúcar e nos carboidratos, a fim de manter equilibrados os níveis de glicose no sangue. Caso contrário, o descontrole promoverá danos aos vasos sanguíneos, predispondo a infarto, problemas renais e até cegueira, entre outras complicações.

Já as pessoas que sofrem de hipertensão devem economizar no consumo de sódio. O mineral promove retenção de líquido e, ao incrementar o volume que circula nos vasos, faz com que a pressão sobre eles aumente. Indivíduos com doença renal, por sua vez, não podem exagerar nas fontes de proteína, como carnes e derivados de leite, pois o excesso sobrecarrega os rins.

Ou seja, em situações como essas, vale a pena conversar com o médico ou o nutricionista sobre as vantagens de incluir alimentos diet no cardápio.

O termo light tem uma conotação um pouco diferente. Ele designa alimentos com teor baixo ou reduzido de algum nutriente, como sódio, açúcar, gordura total, saturada ou colesterol. Ou então, quando seu valor energético é inferior à média do mercado.

Na prática, a regra se aplica a produtos que apresentem pelo menos 25% de redução de um ingrediente, em relação a um item similar do mesmo fabricante, ou ao valor médio de três produtos equivalentes, disponíveis na região.

No que se refere ao valor energético, são classificados como light os alimentos com até 40 calorias por 100 gramas ou 20 calorias por 100 mililitros. E, ainda, aqueles que apresentem 25% menos calorias do que os similares e diminuição de pelo menos 40kcal/100g ou 20kcal/100ml.

Ou seja, podem ser uma boa pedida para quem quer perder peso ou pretende poupar o organismo do excesso de sal, por exemplo.

Além de levar tudo isso em conta, na hora de tomar decisões mais saudáveis, é importante lembrar que nada substitui os alimentos naturais, como verduras, frutas, legumes, cereais, carnes e leguminosas. Eles são sempre indispensáveis no cardápio de quem deseja prevenir doenças e viver com mais qualidade.

Fonte: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Logo do Americas Serviços Médicos.
Autor Americas Serviços Médicos

O mais moderno Grupo Médico-Hospitalar do país.