Imagem com uma grávida acariciando sua barriga enquanto consulta com o médico.

Emergências na gravidez: quando procurar um pronto-socorro

06/06/2018 - 2 minutos de leitura

Por se tratar de uma condição única, que altera todo o funcionamento do corpo materno, a gestação pode provocar uma gama de sensações diferentes. E fica difícil para a futura mãe avaliar se um sintoma é inofensivo, se exige avaliação médica imediata ou se dá para esperar o dia seguinte e entrar em contato com o obstetra.

Por isso, é importante reconhecer os sinais de intercorrências mais graves, que justificam uma ida a um pronto-socorro obstétrico ou o contato urgente com o obstetra, para que dê um direcionamento. É o caso de infecções, de pressão alta súbita, de diabetes gestacional descontrolada, de hemorragias e da perda de líquido amniótico, aquele fluido que envolve o bebê, entre outros problemas.

Veja, a seguir, os principais sintomas que requerem uma avaliação emergencial. Mas sem entrar em pânico. Muitas vezes, o incômodo não representa perigo. E, mesmo diante de uma ameaça mais importante, os médicos dispõe de recursos para contornar a situação e garantir a saúde da mãe e do bebê, na maioria das vezes.

Não se esqueça, porém, que é importante conversar com seu médico diante de qualquer desconforto, por mínimo que seja. Ele é o profissional capacitado para distinguir um quadro inofensivo de outro que exija alguma providência.

Sinais de alerta na gravidez

  • Convulsão
  • Taquicardia (mais de 120 batimentos cardíacos por minuto)
  • Bradicardia (menos de 45 batimentos cardíacos por minuto)
  • Dificuldade para respirar
  • Alteração da consciência
  • Incapacidade de falar
  • Confusão mental
  • Sangramento genital
  • Expulsão do cordão umbilical
  • Pressão alta (acima de 16 x10)
  • Pressão muito baixa, com a máxima inferior ou igual a 80 mmHG
  • Fadiga muscular
  • Contrações a cada dois minutos
  • Gravidez a partir de 20 semanas, com ausência de movimentos do bebê nas últimas 24 horas.
  • Pressão acima de 14x9, associada à dor de cabeça, alterações visuais e/ou dor na região do estômago
  • Dor abdominal aguda
  • Febre acima de 38,5 graus
  • Vômito ou diarreia persistentes
  • Perda de líquido pela vagina

Fonte: Dr. Jorge Rezende Filho, coordenador da obstetrícia do Hospital e Maternidade Santa Lúcia, no Rio de Janeiro.

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