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Radioterapia no alvo

23/03/2018 - 1 minuto de leitura

Um dos desafios da radioterapia é atingir o tumor sem afetar os tecidos vizinhos. Para dificultar essa tarefa, existem movimentos naturais dos órgãos. Então, na hora da sessão, o especialista leva tudo isso em conta para definir o alvo e uma dose segura de radiação.

Daí a vantagem das tecnologias Calypso e Clarity, já disponíveis no Americas Centro de Oncologia Integrado. A primeira requer a introdução de pequenos transmissores na próstata, por meio de um procedimento semelhante a uma biópsia. Ele dura cerca de 25 a 30 minutos, apenas, e é feito sob sedação.

Esses dispositivos monitoram o movimento natural da próstata, durante a sessão, permitindo alcançar o câncer com mais precisão e doses mais altas.
Já o Clarity funciona de maneira semelhante. Mas, nesse caso, o monitoramento é feito via ultrassom, que ajuda a guiar o feixe de radiação. Ele também é utilizado em tumores de mama e fígado.

A boa notícia é que ambos permitem aumentar a concentração de dose no alvo, permitindo não só um número menor de sessôes, mas um maior controle local do tumor, reduzindo o tempo total de tratamento.

Fontes: Dras. Lilian Farone e Juliana Panichella e Dr. Márcio Reisner, radio-oncologistas do Americas Centro de Oncologia Integrado.

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