Veículos alternativos: como usar bicicletas e patinetes com segurança

Veículos alternativos: como usar bicicletas e patinetes com segurança

07/11/2019 - 3 minutos de leitura

Tem se tornado cada vez mais intenso, nas grandes cidades, o uso de bicicletas e patinetes como meios de transporte diário. Antes utilizados apenas para lazer, esses veículos passaram a ser uma alternativa para quem quer se locomover pela cidade sem enfrentar o trânsito e as opções tradicionais. É claro que, conforme o aumento do uso, também aumentaram os casos de quedas e acidentes - que podem ser evitados com alguns cuidados simples.

Como prevenir

Segundo Renato Sergio Poggetti, Cirurgião Geral e responsável pelo Centro de Trauma do Hospital Vitória, o uso de proteção é o principal meio de prevenir acidentes com veículos de duas rodas. Não saia de casa sem equipamentos como capacete, cotoveleiras, joelheiras e roupas de materiais resistentes. "A regularização desse uso também é importante. O ideal seria aplicar padrões de segurança, como o controle de velocidade e peso, pois essas questões influenciam na origem de lesões", defende.

Para a criançada, o uso de bicicletas e patinetes é mais comumente voltado ao lazer; mesmo assim, os cuidados devem ser reforçados. Comece respeitando a idade e estatura mínimas para a utilização desses veículos. Além disso, é importante que os equipamentos de segurança sejam específicos para o público infantil - não apenas em tamanho, mas em material e resistência. "Os traumas em crianças costumam afetar várias partes do corpo, já que a estrutura física é menor e mais vulnerável. Por isso, a importância dessa proteção reforçada", explica Poggetti.

Os traumas e lesões mais comuns

Alguns problemas dessa nova modalidade de transporte são o fato de o indivíduo não estar fixo no veículo e não haver proteção ao redor do corpo. A gravidade da lesão depende da velocidade no momento da queda, mas pode-se dizer que os membros - braços, pés e pernas - são os mais afetados. As lesões costumam ser leves, como arranhões, pequenos cortes e hematomas, mas situações de alta gravidade não estão descartadas.

Os casos de alta complexidade costumam apresentar danos na região da cabeça ou pescoço - causando traumas nos ossos faciais, olhos, boca, nariz e até vias aéreas, comprometendo o sistema respiratório. Já o pescoço é vulnerável por estar ligado à coluna: uma lesão grave nessa região pode afetar a medula e comprometer movimento e sensibilidade de todo o corpo.

Atendimento no Centro de Trauma

O Hospital Vitória tem uma equipe especializada em traumas causados por esse tipo de acidente. Com profissionais altamente capacitados, é possível identificar e tratar as lesões com agilidade e segurança, além de oferecer estrutura completa para exames rápidos, intervenções cirúrgicas e UTI para casos mais graves.

No Centro de Trauma do Hospital atua uma equipe multidisciplinar coordenada para atendimentos com ortopedista, neurologista, cirurgiões e outros profissionais (dependendo da necessidade do paciente). Para mais informações, acesse www.hospitalvitoria.com.br ou entre em contato pelo telefone (11) 3003-2605.

Fonte: Dr. Renato Sergio Poggetti 

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